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EXPLORANDO EMOÇÕES E FÉ EM CAMPANHA POR UM CARGO INEXISTENTE: UMA ANÁLISE CRÍTICA DO ENGAJAMENTO DOS LIDERES POLÍTICOS E RELIGIOSOS DO BRASIL.

Written By Alexandre D Moraes on domingo, 25 de fevereiro de 2024 | 18:07

 

Neste domingo (25), uma multidão se reuniu na Avenida Paulista em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que convocou um ato político para manifestar seu posicionamento. Entre os presentes, destaca-se a presença da primeira-dama Michelle Bolsonaro, que proferiu palavras religiosas, abençoando Israel em nome de Jesus. Contudo, enquanto o ex-casal presidencial mobiliza seus apoiadores em um evento político, parece esquecer-se das inúmeras famílias que vivem nas favelas e comunidades, reféns do tráfico e da violência no Brasil.

 


O evento conta com um carro de som financiado pelo pastor Silas Malafaia, figura proeminente no cenário evangélico brasileiro. Malafaia, líder da igreja Vitória em Cristo, é conhecido por seu apoio fervoroso a Bolsonaro e sua influência midiática considerável, com milhões de seguidores nas redes sociais e vídeos amplamente visualizados no YouTube. A revista Forbes já o classificou como um dos pastores mais ricos do Brasil, destacando sua relevância e poder de mobilização dentro da comunidade evangélica.

 

Entretanto, a associação entre Bolsonaro e Malafaia levanta questionamentos sobre os planos futuros do pastor influenciador, que desempenhou um papel crucial na eleição do atual presidente e continua a exercer influência sobre uma parcela significativa da população brasileira, especialmente entre os mais de 60 milhões de evangélicos do país. A presença de Malafaia neste contexto político sugere uma aliança estratégica em busca de apoio e legitimidade, aproveitando-se da fé e das crenças religiosas de seus seguidores para fortalecer o engajamento político em torno de Bolsonaro.

 

A analogia bíblica proposta, com Malafaia buscando defender um suposto "Jesus" político, revela a complexidade dessa relação entre religião e política, especialmente em um país onde a influência das igrejas neopentecostais é crescente. No entanto, as controvérsias que cercam Bolsonaro e seus apoiadores levantam dúvidas sobre se este é o líder messiânico esperado ou se representa, na verdade, uma figura antagônica às crenças cristãs, capaz de enganar muitos dos fiéis.

 

Em meio a esse cenário, é crucial analisar criticamente o papel dos líderes religiosos na esfera política, questionando suas motivações e impactos na sociedade. Enquanto Bolsonaro e seus aliados mobilizam suas bases em busca de apoio e poder, é fundamental lembrar-se das questões urgentes que afetam milhões de brasileiros, especialmente os mais vulneráveis, que muitas vezes são negligenciados em meio às disputas políticas e religiosas.



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DESAFIOS E POTENCIAIS DOS FRUTOS DO CERRADO NA ALIMENTAÇÃO BRASILEIRA

Written By Alexandre D Moraes on segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024 | 18:45

 

O bioma Cerrado, rico em biodiversidade e variedade de frutos como pequi, buriti, baru e jatobá, apresenta um desafio significativo para sua inserção na mesa dos brasileiros. Embora esses alimentos sejam nutrientes e culturalmente valiosos, a burocracia e a falta de estrutura na cadeia produtiva dificultam sua disponibilidade nos supermercados convencionais.

 


Eliane Régis, chef integrante do movimento Slow Food, destaca as dificuldades enfrentadas pelos agricultores na comercialização desses produtos. A cobrança de taxas e a falta de contato direto com os supermercados complicam o processo, especialmente para as comunidades mais simples que dependem do extrativismo.

 

Mayk Arruda, também do movimento Slow Food, ressalta que a produção desses frutos ainda é predominantemente artesanal e está ligada a comunidades tradicionais, como quilombolas e grupos indígenas. O desafio é criar uma cultura de valorização desses insumos, incentivando seu consumo local.

 

Apesar das dificuldades, há potenciais benefícios em promover os frutos do Cerrado na alimentação brasileira. Além de gerar renda para pequenos agricultores e contribuir para a manutenção da biodiversidade, esses alimentos oferecem um alto valor nutricional e podem renovar a força de trabalho no campo.

 


O futuro reserva a necessidade de legislações específicas para organizar a cadeia produtiva desses frutos, destacando o potencial econômico e nutricional do pequi, baru e outros produtos do Cerrado. A promoção desses alimentos pode não apenas beneficiar os agricultores, mas também enriquecer a diversidade da alimentação brasileira, respeitando e valorizando a cultura e os recursos naturais dessa região.



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ADOÇÃO TARDIA NO BRASIL: TRANSFORMANDO DESTINOS COM AMOR E ESPERANÇA

Written By Alexandre D Moraes on sábado, 20 de janeiro de 2024 | 17:28

Em um Brasil repleto de contrastes e desafios sociais, a adoção tardia emerge como uma pauta sensível e relevante, suscitando reflexões sobre o papel da sociedade e do Estado na construção de futuros dignos para crianças e adolescentes. Neste artigo, exploraremos os aspectos cruciais desse tema, destacando dados recentes e histórias que revelam a necessidade premente de transformações efetivas em nosso sistema de adoção.

 


O Contexto Atual: Dados e Desafios

A adoção tardia refere-se ao ato de acolher crianças e adolescentes com mais de três anos de idade em situação de acolhimento institucional. De acordo com dados do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), mantido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o número de crianças e adolescentes nessa faixa etária aguardando por uma família é significativo.

 

Até 2021, aproximadamente 5.700 crianças e adolescentes encontravam-se nessa condição no Brasil. As razões para a demora na adoção incluem preconceitos, estigmas relacionados a traumas passados e a preferência de pretendentes por crianças mais novas. Esse cenário destaca a urgência de estratégias eficazes para incentivar a adoção tardia e proporcionar uma infância e adolescência dignas a esses jovens.

 

Histórias que Transformam: A Importância do Afeto

Por trás das estatísticas, encontramos histórias inspiradoras de adoção tardia que evidenciam como o afeto pode ser um agente transformador. Conhecer a história de famílias que decidiram acolher crianças mais velhas não apenas desafia estigmas, mas também revela a beleza de construir laços sólidos independentemente da idade.

 

Maria, uma adolescente de 14 anos, enfrentou desafios significativos em sua trajetória de acolhimento. Após anos de espera, encontrou uma família que a acolheu com amor, proporcionando-lhe não apenas um lar, mas também a chance de construir um futuro promissor. Histórias como a de Maria ressaltam que a adoção tardia não é apenas uma necessidade social, mas uma oportunidade de transformar destinos.

 

Desafios do Sistema: Tempo de Espera e Acolhimento Adequado

Os desafios enfrentados pelo sistema de adoção no Brasil vão além da preferência por crianças mais novas. O tempo médio de espera para a adoção tardia é notavelmente maior, muitas vezes prolongando-se por anos. Isso impacta negativamente a autoestima e o desenvolvimento emocional das crianças e adolescentes, ressaltando a importância de processos mais céleres.

 

Além disso, é imperativo que o sistema de acolhimento proporcione um ambiente propício ao desenvolvimento saudável. Investir em estruturas que visem à preparação adequada tanto das crianças quanto das famílias adotivas é essencial para garantir transições mais suaves e relações mais sólidas.

 

Transformações Necessárias: Sensibilização e Políticas Efetivas

Para enfrentar esse cenário, é crucial investir em campanhas de sensibilização que desmitifiquem estigmas associados à adoção tardia. A conscientização sobre a gratificante experiência de construir uma família com crianças mais velhas pode incentivar mais pretendentes a considerarem essa opção.

 

Além disso, políticas públicas efetivas devem ser implementadas para agilizar os processos de adoção, priorizando o bem-estar das crianças. Capacitar psicólogos e assistentes sociais para lidar com casos específicos de adoção tardia também é um passo fundamental.

 

Contato em Uberaba, Minas Gerais e Brasil:

Para informações específicas sobre adoção tardia em Uberaba, você pode entrar em contato com a Varas da Infância e da Juventude de Uberaba. O endereço é Fórum Comarca de Uberaba - Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Av. Maranhão - 1580 - Mercês - Uberaba MG.  Telefone: 343319-2800 ou Secretaria Vara da Infância e da Juventude - urajij@tjmg.jus.br, na Avenida  Maranhão,  1580 - Mercês - Uberaba - CEP: 38050470 e Telefone:  (34) 3334-8382. Além o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é uma fonte confiável de informações sobre adoção no âmbito nacional, e pode ser contatado através do site de fácil localização, caso precise pesquise no Google.

 

Conclusão: Construindo Futuros com Amor

A adoção tardia no Brasil é mais do que uma questão social; é um chamado para transformar destinos por meio do amor e da esperança. Ao desmistificar preconceitos, investir em processos eficazes e contar histórias que inspiram, podemos construir um futuro onde cada criança e adolescente tenha a oportunidade de pertencer a uma família que os acolha com afeto e aceitação. Afinal, a verdadeira essência da adoção reside na capacidade de criar laços indestrutíveis, independentemente da idade. Para tal, acesse o "Passo a passo para torna-se mãe e pai por adoção."

BANCADA DA BALA IMPEDE NOVO IMPOSTO SOBRE ARMAS NA REFORMA TRIBUTÁRIA: REFLEXOS E DESDOBRAMENTOS

Written By Alexandre D Moraes on sábado, 16 de dezembro de 2023 | 11:07

 No desenrolar da noite desta sexta-feira, 15, um episódio marcante tomou conta da Câmara dos Deputados, com a bancada da bala exercendo seu poder de articulação para evitar a inclusão de armas e munições na lista de produtos abrangidos pelo chamado "imposto seletivo" na reforma tributária. Essa reviravolta, que culminou na retirada desses itens da tributação, não apenas reflete a habilidade política da bancada, mas também suscita discussões sobre a complexidade da legislação tributária e os reflexos na segurança pública.

 


A votação, que se desenrolou no plenário, evidenciou o quão sensível é o tema e a força da bancada da bala na condução de pautas relacionadas à posse de armas. Para manter a tributação, eram necessários pelo menos 308 votos favoráveis, contudo, apenas 293 deputados apoiaram essa medida, enquanto 198 defenderam a exclusão das armas da relação. Essa divisão reflete as diferentes visões e prioridades dentro do cenário político brasileiro, evidenciando a delicadeza do tema.

 

Essa não é a primeira vez que a questão do imposto sobre armas é discutida no contexto da reforma tributária. No primeiro turno da PEC da reforma, o mesmo destaque já havia sido levantado, indicando a persistência do debate sobre como a sociedade deve lidar com o consumo de produtos considerados nocivos à saúde e ao meio ambiente.

 

A proposta inicial da reforma tributária previa a aplicação de um "imposto do pecado" sobre armas e munições, excluindo apenas aquelas destinadas à administração pública. Contudo, a retirada desse trecho abre espaço para uma nova rodada de discussões e negociações sobre os detalhes dessa tributação e os produtos que serão abarcados por ela.

 

A ideia por trás do "imposto do pecado" é desencorajar o consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Nesse contexto, a tributação de armas e munições se encaixaria como uma medida para desestimular o uso desses itens, promovendo uma abordagem mais cuidadosa em relação à posse de armas de fogo.

 

É importante ressaltar que os detalhes sobre a cobrança e os produtos a serem tributados nessa modalidade serão definidos posteriormente, por meio de lei complementar. Essa etapa do processo legislativo promete ser crucial para determinar como o "imposto do pecado" será aplicado, quais serão suas implicações e como ele se alinhará aos objetivos gerais da reforma tributária.

 

Em suma, a noite decisiva na Câmara dos Deputados revela não apenas os meandros da articulação política, mas também aponta para a necessidade de um diálogo mais amplo e aprofundado sobre como o Brasil aborda a tributação de produtos considerados sensíveis. O cenário está aberto para discussões e negociações adicionais, e a sociedade aguarda para ver como essa questão se desdobrará nos próximos capítulos da reforma tributária brasileira.

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